Hipônimos e Hiperônimos

Em termos de semântica lingüística os hiperônimos são termos mais gerais que podem ser usados para referenciar uma realidade de termos mais específicos, os hipônimos.

Para ficar mais fácil de entender a diferença entre um e outro, e a sua correlação, é melhor pensarmos em termos de exemplos.
Continue lendo “Hipônimos e Hiperônimos”

Conjugação do verbo prevenir

Lendo as notícias de um portal na internet, vi uma chamada de artigo sobre cárie e como “previni-la”. Meus olhos e ouvidos alertaram-me para a dissonância visual e fônica do verbo e fui conferir sua conjugação. E eu estava certo, pois o correto é preveni-la, conforme pode ser visto abaixo (aliás, pela própria forma do verbo no infinitivo: prevenir).

Continue lendo “Conjugação do verbo prevenir”

Orações subordinadas adjetivas

As orações subordinadas adjetivas logicamente exercem a função de adjetivos dos substantivos das orações principais, ou seja, são adjuntos adnominais deles. Como é sabido, as orações adjetivas são introduzidas por pronomes relativos (que, quem, o qual, etc.), com exceção daquelas que são reduzidas (como aqui: daquelas reduzidas).

Continue lendo “Orações subordinadas adjetivas”

Orações subordinadas substantivas

As orações subordinadas substantivas fazem o papel de substantivos nas orações, de forma que vão funcionar como sujeito, predicativo, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, aposto e agente da passiva.

Continue lendo “Orações subordinadas substantivas”

As orações dependentes ou subordinadas

As orações subordinadas, como escrevi no artigo sobre o período composto, são aquelas que dependem de uma oração principal, cumprindo uma função sintática desta. Uma não existe sem a outra, pois se houver apenas uma oração, ela será absoluta e o período será simples.

Continue lendo “As orações dependentes ou subordinadas”