Hipônimos e Hiperônimos

Em termos de semântica lingüística os hiperônimos são termos mais gerais que podem ser usados para referenciar uma realidade de termos mais específicos, os hipônimos.

Para ficar mais fácil de entender a diferença entre um e outro, e a sua correlação, é melhor pensarmos em termos de exemplos.
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A Importância da Vírgula

Recentemente uma pessoa deixou um comentário aqui, em um dos artigos, pedindo ajuda para entender as regras para utilização da vírgula, do ponto e do ponto e vírgula. Minha primeira reação foi ficar chocado, e paranoicamente li três ou quatro vezes a mensagem da pessoa, para certificar-me de que não se tratava de nenhum chiste ou brincadeira de mau gosto.

Digo isto porque de toda a gramática, a pontuação parece-me ser o mais simples e natural dos capítulos: basta ouvir, ou imaginar que se ouve, o fluxo do texto para saber onde devem ser colocados os sinais, de acordo com o ritmo que se deseja dar ao texto.

Os principais sinais de pontuação, de maneira bem resumida, são os seguintes.

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Eu intermedeio, e tu?

Dia desses eu conversava com um grupo de amigas e de repente empreguei o verbo “intermediar” de uma maneira que — apontou-me uma amiga — não era gramaticalmente correta.

O diálogo foi mais ou menos como segue.

— Deixa que eu intermedio esse negócio.

Janio, tu não acreditas que o correto seria “intermedeio”, não é?

— Se tu dizes que é o correto eu acredito, mas não acesso nenhuma informação na minha mente a esse respeito.

— É, eu lembro que no cursinho o professor ensinou que são os verbos do Mário.

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Figuras de Linguagem: Antífrase

A antífrase é uma figura de linguagem que consiste em se utilizarem termos contrários para expressar a ideia que desejamos. Por exemplo:

  • Chegou cedo, seu fulano! — para alguém que chegou atrasado.
  • Bonito, hein! — para alguém que cometeu um ato questionável ou disparatado.
  • Coisinha linda! — para referir-se a algo ou alguém muito feio.

Há casos em que a antífrase é utilizada como um eufemismo extremado, como quando D. João II resolveu rebatizar o Cabo das Tormentas para Cabo da Boa Esperança.

Há casos em que antífrase e ironia confundem-se, sendo aquela instrumento para chegar nesta.

Figuras de Linguagem: Alegoria

Dando seqüência ao artigo Figuras de Linguagem (ou Figuras de Estilo) vimos ora falar da Alegoria.

Uma alegoria é uma representação tal que transmite um outro siginificado em adição ao significado literal do texto. Em outras palavras, é uma coisa que é dita para dar a noção de outra, normalmente por meio d’alguma ilação moral.

É bastante fácil confundir a alegoria com a metáfora, pois elas têm muitos pontos em comum.

Para melhor entender o que seja uma alegoria, podemos citar alguns exemplos.

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Figuras de Linguagem (ou Figuras de Estilo)

No Brasil, chamam-se figuras de linguagem, em Portugal e outros países lusófonos figuras de estilo. São estratégias literárias aplicáveis ao texto para que se obtenha um efeito determinado na interpretação do leitor.

São formas de expressão mais localizadas em comparação às funções da linguagem, que são características globais do texto. Podem relacionar-se com aspectos semânticos, fonológicos ou sintáticos das palavras afetadas.

Basicamente, as figuras de linguagem podem ser divididas em figuras de construção (sintáticas) e figuras de palavras (semânticas).

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